Yellow Sounds #31 – A Night At The Opera (1975)

Um pouco de Queen para o dia da Rainha.

a night

 

Antes de mais nada, gostaria de dizer que considerei trazer para a coluna de hoje algum álbum do Prince. Eu, porém, nunca o acompanhei de perto e não seria capaz, agora, de fazer um post digno de sua memória. R.I.P.

Não sei o quão adequado é falar do aniversário da Rainha Elizabeth à essa altura do dia. Mas foi graças esse fato que passei horas ouvindo Queen hoje e vem a calhar, para este post, que God Save The Queen está presente em A Night At The Opera, um dos álbuns da banda de Freddie Mercury a figurar em nossa lista-guia dos 1001 discos.

Num passado não tão distante, um amigo me recomendou esse álbum como seu favorito do Queen. Eu não tinha um favorito (e talvez ainda não tenha), mas nem sequer estava acostumada a ouvir álbuns completos da banda. Era sempre uma música aqui e outra ali. Desde então, porém, A Night At The Opera é minha escolha mais frequente.

São dois os fatores que me atraem: o primeiro é Bohemian Rhapsody, uma das melhores músicas da vida para cantar a plenos pulmões e arrancar risadas dos vizinhos. O outro é o piano.

freddie piano

 

Por mais performático que Freddie fosse nos palcos, por mais marcante que fosse sua presença longe do piano, são imagens como essa (acima) que me veem à mente quando penso no Queen. Talvez, por isso, A Night At The Opera tenha me chamado tanto a atenção.

Quarto álbum de estúdio da banda, apresenta uso mais marcante do piano e, nesse sentido, meu maior destaque vai para Love Of My Life. Aqui, faço um adendo para citar um estudo recente (sim, fizeram isso) que comprova que as habilidades vocais de Freddie são inigualáveis, e deixar um video dos vocais isolados para a música em questão:

Voltando ao álbum, até o momento, citei canções conhecidas por todos, certo? Para fechar esse grupo, vale registrar You’re My Best Friend apenas para dizer que, apesar do sucesso alcançado, já não me agrada tanto. #Diferentona

Na verdade, nenhuma das faixas mais animadas do álbum figura entre minhas favoritas, apesar de achar ’39 bem interessante, por sua pegada folk.  As que me encantam mesmo são as que mostram o lado mais rock do Queen. Aliás, é assim que o álbum começa, com Death On Two Legs (Dedicated To…). Ainda com Sweet Lady – minha favorita – e The Prophet’s Song.

Como já comum para a banda, esse é mais um álbum reunindo suas várias influências e intercalando-as. O Queen vai do hard rock ao folk e da balada ao rock sem cerimônia e sem passar a sensação de que não há conexão entre as faixas.

A Night At The Opera oferece opções para diferentes gostos e foi o responsável por consagrar o Queen mundialmente. Aperta o play!

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Lari Reis é jornalista, social media e viciada em música. Você pode (e deve) ver seus outros textos sobre música no seu longevo site Yellow Ever Shine e aqui no PontoJão semanalmente na coluna Yellow Sounds.


4 comentários sobre “Yellow Sounds #31 – A Night At The Opera (1975)

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