Segundas Impressões #04 – Pokémon

Um momento de espera, um Gameboy e um cartucho de Pokémon. Para muitos foi assim que tudo começou. Um jogo casual com comandos simples, história rala e a luta para capturar todos os 151 monstros e se tornar o maior treinador do mundo, um Mestre Pokémon. Quem vê a descrição, e por algum motivo andou as últimas décadas vivendo em um planetinha com uma rosa, é capaz de achar que esse é mais um jogo igual a todos os outros jogos casuais que vemos hoje. Mas a verdade que esse joguinho casual virou uma febre bem séria.

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Os comandos simples combinavam com a mecânica viciante. A história rala dava espaço para a grande variedade de combinações de equipes e golpes que era possível montar. E graças às funções multiplayer, o que era casual passou a se tornar bastante competitivo, e somamos tudo isso a uma equipe de arte praticamente impecável. Com isso chegamos à franquia de jogos que mantém a Nintendo como a inabalável líder do mercado de portáteis da história.

Voltando aos primeiros jogos da franquia, Pokémon Red e Pokémon Blue/Green (nome mudado ao ser importado pro ocidente), era difícil imaginar que, apesar do grande sucesso, o jogo duraria tanto tempo. O jogo era lento, as combinações realmente úteis não eram tão vastas, além de ser cheio de pequenos erros de programação, com uma mecânica que exigia repetição de ações para poder seguir com a história. Mas as gerações seguintes chegaram, e com ela soluções para os problemas, novidades de história e mecânica e mais variações de Pokémons prendendo cada vez mais os antigos jogadores e capturando novos públicos.

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Pokémon foi um dos maiores acertos da história dos jogos, tendo expandido para diversas plataformas de jogos e de outras artes diferentes. Voltar a ver os jogos antigos é algo incrível pois, apesar dos erros, é notável o carinho e zelo aplicado. Um jogo maravilhoso para se “rejogar”, mas no momento preciso parar de escrever e por minhas mãos em meu Gameboy. Afinal, como o próprio lema do jogo diz, Gotta catch’em all!.

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