Yellow Sounds #17 – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

Um brinde aos 30 anos de Alex Turner!

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Não sei dizer de onde surgiu a vontade de falar de Alex Turner, principalmente depois de tê-lo ignorado por tanto tempo. Deve ser o magnetismo que ele ainda carrega. Algo surgido quase instantaneamente quando, nos idos de 2005, ele e seus companheiros de banda foram lançados para o mundo.

Aos 30 anos recém-completos, Turner já foi considerado a quarta pessoa e o homem mais cool do planeta (podem ficar tranquilos, eu também não sabia que esse tipo de classificação existia); foi eleito – em pesquisa de uma rádio britânica – um dos 10 melhores vocalistas de todos os tempos; e foi considerado pela NME a quarta pessoa mais influente do meio musical nos últimos 60 anos. Parou para pensar na galera que ele deixou para trás?

Diante disso, seria ingenuidade minha não correr o olho pelos “1001 discos antes de morrer” em busca de alguma obra que levasse o dedo – e a voz – de Turner. E lá estava Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not.

O primeiro álbum do Arctic Monkeys foi lançado quando Alex e sua turma pareciam exatamente o que eram: um grupo de adolescentes vindos da internet – do MySpace – , trazendo para o mundo real um poder que nem eles imaginavam ter.

AM

Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not completará 10 anos ainda este mês e seu sucesso será lembrado por aqueles que viam na banda a esperança do despertar de um novo tempo para o rock contemporâneo. Pelos também jovens e fiéis fãs que se identificaram com o universo contido no álbum. Por aqueles que cresceram junto com a banda, se apaixonaram por Turner ou quiseram copiar o seu estilo. E, sobretudo, pelos que sentem falta do Arctic Monkeys, que entrou em hiato após a turnê de 2014.

alex

O bom da música é que ela fica, merece ser lembrada e, em datas como essa – o aniversário de Turner foi ontem – deve ser celebrada.

Vale ainda dizer que Turner segue na ativa por ai. No final do ano passado – praticamente ontem -, ele e o amigo Miles Kane divulgaram alguns vídeos sobre o retorno de sua banda The Last Shadow Puppets, que deve lançar seu segundo álbum no primeiro semestre de 2016.

Até lá, #ficadica para que ouçam Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not e risquem mais esse álbum da lista!

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Lari Reis é jornalista, social media e viciada em música. Você pode (e deve) ver seus outros textos sobre música no seu longevo site Yellow Ever Shine e aqui no PontoJão semanalmente na coluna Yellow Sounds.


7 comentários sobre “Yellow Sounds #17 – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

  1. As músicas desse antigo álbum são muito boas, mas as do AM foi o que me fez apaixonar por Arctic Monkeys, os caras não tem pelo menos uma música ruinzinha hahah Gosto muito dessas músicas com pegada indie, e torço muito pela volta deles.

    1. Também foi o AM que me conquistou, Milena. Além dele, Suck it and See também corresponde ao meu momento musical atual. Para a coluna, a escolha foi Whatever People Say… porque é o que figura na lista dos 1001 e, no fim das contas, não deixa de ser bom também!

      Obrigada pelo comentário 🙂

    1. Dizem que é muito importante a gente tentar sair da rotina e do nosso “comum” de vez em quando, né?! Esse álbum é um que você deve ouvir mais vezes, sempre que estiver precisando dançar por ai, João! haha

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